segunda-feira, 26 de abril de 2010
Mensagem do Papa para o 84º Dia Mundial das Missões
Mensagem do Papa para o 84º Dia Mundial das Missões
29/03/2010 | Bento XVIA construção da comunhão eclesial é a chave da missão
Queridos irmãos e irmãs,
O mês de outubro, com a celebração do Dia Mundial das Missões, oferece às Comunidades diocesanas e paroquiais, aos Institutos de Vida Consagrada, aos Movimentos Eclesiais e a todo o Povo de Deus uma ocasião para renovar o compromisso de anunciar o Evangelho e atribuir às atividades pastorais uma ampla conotação missionária. Este evento anual nos convida a viver com intensidade os caminhos litúrgicos, catequéticos, caritativos e culturais mediante os quais Jesus Cristo nos convoca à ceia de sua Palavra e da Eucaristia para saborear o dom de sua Presença, formar-nos à sua escola e viver com mais consciência unidos a Ele, Mestre e Senhor. É ele mesmo que nos diz: "Ora, quem me ama será amado por meu Pai, e eu o amarei e me manifestarei a ele" (Jo 14,21). Somente a partir deste encontro com o Amor de Deus, que muda a existência, podemos viver em comunhão com Ele e entre nós, e oferecer aos irmãos um testemunho crível, dando razão da nossa esperança (cfr. 1Pd 3,15). Uma fé adulta, capaz de se entregar totalmente a Deus em atitude filial, alimentada pela oração, pela meditação da Palavra de Deus e pelo estudo das verdades da fé, é a condição para poder promover um humanismo novo, fundamentado no Evangelho de Jesus.
Ademais, em outubro, depois da pausa de verão, são retomadas as várias atividades eclesiais em muitos Países, e a Igreja nos convida a aprender de Maria, mediante a oração do Santo Rosário, a contemplar o projeto de amor do Pai pela humanidade, para amá-la como Ele a ama. Não seria este também o sentido da missão?
Com efeito, o Pai nos chama a ser filhos amados em seu Filho, o Amado, e a reconhecermo-nos todos irmãos Nele, Dom de Salvação para a humanidade, dividida pela discórdia e pelo pecado, e Revelador do verdadeiro rosto do Deus que "amou tanto o mundo, que deu o seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna" (Jo 3,16).
"Queremos ver Jesus" (Jo 12,21) é o pedido que, no Evangelho de João, alguns Gregos, ao chegar a Jerusalém para a peregrinação pascal, apresentam ao apóstolo Felipe. Ele ressoa também em nosso coração neste mês de outubro, que nos recorda que o compromisso e o anúncio evangélico são deveres de toda a Igreja, "missionária por natureza" (Ad gentes, 2), e nos convida a sermos promotores da novidade de vida, permeada de relações autênticas, em comunidades fundamentadas no Evangelho. Em uma sociedade multiétnica que sofre sempre mais formas de solidão e de indiferença preocupantes, os cristãos devem aprender a oferecer sinais de esperança e tornar-se irmãos universais, cultivando os grandes ideais que transformam a história e, sem falsas ilusões ou inúteis temores, empenhar-se para fazer do planeta a casa de todos os povos.
Como os peregrinos gregos de dois mil anos atrás, também os homens de nosso tempo, nem sempre conscientemente, pedem aos fiéis que não apenas "falem" de Jesus, mas "apresentem" Jesus, fazendo resplandecer o Rosto de Jesus em todos os cantos da terra às gerações do novo milênio e especialmente diante dos jovens de todos os continentes, destinatários privilegiados e atores do anúncio evangélico. Eles devem compreender que os cristãos assumem a palavra de Cristo porque Ele é a Verdade, porque encontraram Nele o sentido, a verdade para suas vidas.
Estas considerações evocam o mandato missionário recebido por todos os batizados e por toda a Igreja, que, porém, não se pode realizar de maneira crível sem uma profunda conversão pessoal, comunitária e pastoral. Efetivamente, a consciência do chamado a anunciar o Evangelho estimula não apenas os fiéis, mas todas as Comunidades diocesanas e paroquiais a uma renovação integral e a abrir-se sempre mais à cooperação missionária entre as Igrejas, para promover o anúncio do Evangelho no coração de toda pessoa, povos, culturas, raças e nacionalidades, em toda latitude. Tal consciência se alimenta através da obra dos Sacerdotes Fidei Donum, de Consagrados, de Catequistas, de Leigos missionários, em uma tentativa constante de promover a comunhão eclesial, de modo que o fenômeno da "inter-culturalidade" possa também se integrar num modelo de unidade, no qual o Evangelho seja fermento de liberdade e progresso, fonte de fraternidade, humildade e paz (cfr. Ad gentes, 8). A Igreja "é em Cristo como que o sacramento, ou sinal, e o instrumento da íntima união com Deus e da unidade de todo o gênero humano" (Lumen gentium, 1).
A comunhão eclesial nasce do encontro com o Filho de Deus, Jesus Cristo, que, no anúncio da Igreja, chega aos homens e cria comunhão com Ele mesmo, com o Pai e o Espírito Santo (cfr. 1Jo 1,3). O Cristo estabelece a nova relação entre o homem e Deus. "Ele nos revela que «Deus é amor» (1Jo 4, 8) e nos ensina ao mesmo tempo que a lei fundamental da perfeição humana e, portanto, da transformação do mundo, é o novo mandamento do amor. Dá, assim, aos que acreditam no amor de Deus, a certeza de que o caminho do amor está aberto para todos e que o esforço por estabelecer a universal fraternidade não é vão" (Gaudium et spes, 38).
A Igreja se torna "comunhão" a partir da Eucaristia, em que Cristo, presente no pão e no vinho, com o seu sacrifício de amor edifica a Igreja como seu corpo, unindo-nos a Deus uno e trino e entre nós (cfr. 1Cor 10,16s).
Na Exortação Apostólica Sacramentum Caritatis escrevi: "Não podemos reservar para nós o amor que celebramos no Sacramento. Por sua natureza, ele pede para ser comunicado a todos. Aquilo de que o mundo tem necessidade é do amor de Deus, é de encontrar Cristo e acreditar Nele" (nº 84). Por isso, a Eucaristia é fonte e ápice não só da vida da Igreja, mas também da sua missão: «Uma Igreja autenticamente eucarística é uma Igreja missionária» (Ibid.), capaz de levar todos à comunhão com Deus, anunciando com convicção: "o que vimos e ouvimos, nós agora o anunciamos a vocês, para que vocês estejam em comunhão conosco" (1Jo 1,3).
Caríssimos, neste Dia Mundial das Missões cujo olhar do coração se expande sobre os imensos espaços da missão, nos sentimos todos protagonistas do compromisso da Igreja em anunciar o Evangelho. O impulso missionário sempre foi sinal de vitalidade para as nossas Igrejas (cfr. Encíclica Redemptoris missio, 2) e a sua cooperação é testemunho singular de unidade, fraternidade e solidariedade, que torna críveis os anunciadores do Amor que salva!
Renovo, portanto, a todos o convite à oração, ao compromisso de ajuda fraterna e concreta em apoio às jovens Igrejas, não obstante as dificuldades econômicas. Tal gesto de amor e de partilha, que o serviço das Pontifícias Obras Missionárias, às quais agradeço, proverá a distribuir, ajudará na formação dos sacerdotes, seminaristas e catequistas nas mais distantes terras de missão e encorajará as jovens comunidades eclesiais.
Na conclusão da mensagem anual para o Dia Mundial das Missões, desejo expressar, com particular afeto, meu reconhecimento aos missionários e as missionárias que testemunham nos lugares mais distantes e difíceis, muitas vezes também com a vida, o advento do Reino de Deus. A eles, que representam as anteguardas do anúncio do Evangelho, a amizade, a proximidade e o apoio de todo fiel. "Deus, (que) ama quem doa com alegria" (2Cor 9,7) os encha de fervor espiritual e de profunda letícia.
Como o "sim" de Maria, toda resposta generosa da Comunidade eclesial ao convite divino ao amor pelos irmãos suscitará uma nova maternidade apostólica e eclesial (cfr. Gl 4,4.19.26), que se deixando surpreender pelo mistério de Deus amor, o qual "chegada a plenitude do tempo... enviou o seu Filho, nascido de uma mulher" (Gl 4,4), doará confiança e audácia aos novos apóstolos. Tal resposta tornará todos os fiéis capazes de ser "alegres na esperança" (Rm 12,12) ao realizar o projeto de Deus, que deseja "a constituição de todo o gênero humano no único povo de Deus, a sua união no único corpo de Cristo, a sua edificação no único templo do Espírito Santo" (Ad gentes, 7).
Como o "sim" de Maria, toda resposta generosa da Comunidade eclesial ao convite divino ao amor pelos irmãos suscitará uma nova maternidade apostólica e eclesial (cfr. Gl 4,4.19.26), que se deixando surpreender pelo mistério de Deus amor, o qual "chegada a plenitude do tempo... enviou o seu Filho, nascido de uma mulher" (Gl 4,4), doará confiança e audácia aos novos apóstolos. Tal resposta tornará todos os fiéis capazes de ser "alegres na esperança" (Rm 12,12) ao realizar o projeto de Deus, que deseja "a constituição de todo o gênero humano no único povo de Deus, a sua união no único corpo de Cristo, a sua edificação no único templo do Espírito Santo" (Ad gentes, 7).
Vaticano, 6 de fevereiro de 2010
BENEDICTUS PP. XVI
BENEDICTUS PP. XVI
Fonte: Vaticano
As crianças e a partilha
As crianças e a partilha
de Edson Assunção *
“Está aqui um menino que tem cinco pães de cevada e dois peixes” (Jo 6,9).
Todos nós conhecemos a passagem da multiplicação dos pães que Jesus realizou. Mas certamente poucas vezes atentamos para este detalhe: os pães multiplicados por Jesus eram de um menino, que os coloca em comum. Ninguém tinha nada para oferecer, só um menino. E, graças á sua solidariedade, o milagre acontece.
A Campanha Missionária (CM) de 2010, em sintonia com a Campanha da Fraternidade (CF), terá como tema “Missão e Partilha”. Ela nos convidará a servirmos somente ao Senhor, que ouve “o clamor do povo” (Ex 3,7b) e vem libertá-los, mas que quer contar também com a colaboração humana. Assim como a CF, também a CM nos convida a não nos apegarmos ás nossas coisas, nossas posses, e assim sermos solidários com quem tem menos que nós. Na missão, retomamos Puebla 368, que nos convida a “dar de nossa pobreza”.
Neste aspecto temos muito que aprender das crianças, deste menino do Evangelho e também dos milhares de meninos e meninas que são membros da Infância e Adolescência Missionárias. Estas crianças e adolescentes fazem, todos os meses, algum sacrifício e oferecem o valor material deste para o cofrinho missionário, que depois é encaminhado ás POM e colocado á disposição do Fundo Universal de Solidariedade Missionária para o mundo inteiro. E as ofertas das crianças do Brasil (em sua maioria crianças pobres também) crescem a cada ano.
Os adultos somos convidados a imitar as crianças. Porém, damos nossa oferta por algumas razões, como:
Por amor a Deus: quem nos deu esses dons para compartilhá-los com os irmãos. Ele nos chama a fazê-lo com generosidade de coração; amamos-lhe servindo aos irmãos.
Porque os irmãos necessitam e têm direito a nossa ajuda: são muitas as necessidades materiais e econômicas das missões; não só para fundar a Igreja com estruturas mínimas (capelas, escolas, salões para catequese, moradia para órfãos, etc.), mas também para sustentar os missionários e as obras de caridade, de educação e promoção humanas, campo imenso de ação, especialmente nos países pobres; reconhecemos que os necessitados são irmãos nossos e que ao ajudá-los estamos servindo a Jesus presente neles. Que Jesus nos possa dizer: “Tive fome e me deram de comer” (Mt 25).
Por nós mesmos: para salvar-nos administrando honradamente e compartilhando os bens que Deus nos deu para servir aos irmãos. Salvamos-nos cumprindo fielmente nossa própria missão de propagar nossa fé, com tudo o que somos e com tudo o que temos. Comunicamos nossa fé compartilhando nosso pão. Partilhamos nosso pão para comunicar nossa fé e para fazer discípulos para Jesus.
Como vemos, motivos para sermos solidários com a atividade missionária da Igreja (que é dever de cada um de nós) não nos faltam.
Aprendamos, pois, das crianças e façamos nossa oferta generosa no Dia das Missões (penúltimo domingo de outubro). A Coleta feita no Brasil é destinada ao Fundo Mundial de Solidariedade Missionária para financiar projetos de evangelização em diversas frentes.
* Edson Assunção S. Ribeiro, sacerdote diocesano de Niterói-RJ e Secretário Nacional da Infância e Adolescência Missionárias.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
PJ NO DIA MUNDIAL DA JUVENTUDE
Diante de tantos fatos abordados nos jornais com relação ao extermínio de jovens no Brasil e no mundo, o Amapá não fica por trás dos estados com maior índice de violência praticada por jovens. Por esses motivos, a juventude grita em favor a “paz” e comemora o dia mundial da juventude com muita alegria e responsabilidade social, esta festa juvenil foi celebrado pelo Pe. Ângelo e coordenado por jovens da pastoral da juventude diocesana do estado do Amapá na igreja São José.
A Banda Raio de Luz da Paroquia Jesus de Nazaré
contagiou a todos na missa do DMJ
o coordenador Kássio ta lá...
Juventude firme!!
A Banda Raio de Luz da Paroquia Jesus de Nazaré
contagiou a todos na missa do DMJ
o coordenador Kássio ta lá...
Juventude firme!!
O aumento da violência atrelada a falta de investimento na área de segurança pública no Estado do Amapá foi um dos temas de discussão entre os jovens durante o DMJ, de acordo com os fatos e notícias que vemos cotidianamente, são relatados números de mortes violentas registradaspraticadas por jovens...
não há uma resposta coerente a favor dos jovens do Brasil e do mundo e principalmente do Amapá, e sim, ainda há jovens que se preocupa com essa triste desigualdade social, a juventude da pastoral da juventude não desiste, não desiste de buscar a igualdade entre os povos, a paz entre os jovens com cristo unido no meio de todos.
No mesmo dia foi comemorado a missa sabado de ramos,
pois no domingo toda juventude comemora em suas paróquias
No mesmo dia foi comemorado a missa sabado de ramos,
pois no domingo toda juventude comemora em suas paróquias
Portanto, orar pelos jovens que estão desamparados, e que são vítimas das armas que aflige a sociedade, e trabalhar em prol a união dessa corrente do bem, é a missão da pastoral da juventude, que foi muito bem comemorada no sábado, dia 27 de março em lembrança do desejo do Papa João Paulo II.
A juventude de são josé
com o nosso pe. Paulo lepre e o Paulo nosso catequista...
Pj é isso!!
Camilo, Iza, Henri,Mônica, Allan, Lívia, Fred, Jessika e Deus...
olha lá o neto, coordenador diocesano e o patrick assessor da pj da Jesus de Nazaré...
organizando a faixa da PJ no DMJ na Igreja São José.
acesse o site
www.pjemmacapa.blogspot.com
pra conhecer o restante da galera pjoteira...
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Aquele menino
Aquele menino
Parado na esquina
Sem ninguém, sem nada
Olhando para cima...
Um lhar curioso
Sem sorriso risonho
Sua face triste, com fome
Não sabendo o que fazer, só “pede pra viver”
Perto de um muro bem alto
Entre de duas paredes
Sentado no asfalto
Ele continua com sede
Sede...
Não apenas de água transparente
Mas de um amor paciente
Que seja capaz de fazê-lo feliz
Aquele garoto
Deitado no chão
De Cobertor na mão
Ele, precisa de pão!
Ele será o futudo do amanhã
ou o presente do hoje?
Criança, que Por culpa sua
Vive o trama, O “garoto de rua”
terça-feira, 6 de abril de 2010
Igreja Católica execra impunidade e declara guerra à corrupção no Amapá
28/03/2010 ⋅
A todos os irmãos e as irmãs da Igreja Católica e a todas as pessoas de boa vontade
Irmãos e irmãs caríssimos,
no dia seguinte à celebração da festa de São José, padroeiro da nossa diocese e do nosso estado, nos reunimos, com nosso Bispo, no Conselho Diocesano de Pastoral.
É nossa obrigação pastoral compartilhar com vocês os clamores e as angústias das muitas pessoas que procuram nossas comunidades e nossas pastorais para dizer a dor, o descaso e a humilhação que sofrem.
É o clamor das famílias dos 26 bebês que morreram na maternidade pública entre os dias 26 de dezembro e 8 de fevereiro. A proximidade com o Natal nos fez lembrar outra matança de inocentes que aconteceu no tempo do nosso padroeiro, São José.
É o clamor das famílias que sofreram por causa do atraso do início do ano letivo e da precariedade de várias escolas, sem merenda e sem condições de funcionar de forma satisfatória. Isso prejudicou duplamente os alunos: pela falta de merenda e pela redução das aulas, que nunca serão repostas.
Não podemos esquecer que tudo isso aconteceu logo após um carnaval marcado por denúncias e escândalos pela má aplicação de um grande volume de dinheiro público, fruto dos nossos impostos e que agora faz falta em outros setores, bem mais importantes para a população.
Ainda mais grave, é a recente denúncia do Ministério Público a respeito de 200 milhões de reais que teriam sido desviados na área de educação e que devem ser somados aos que foram desviados na saúde, na construção do novo aeroporto e em várias outras atividades.
É inaceitável o calvário dos doentes que precisam de tratamento fora do estado ou de remédios caros e não estão sendo atendidos. Alguns acabam morrendo sem receber os mínimos cuidados. A morte anunciada, prematura, dolorosa e trágica do garoto Danilo, representa todos eles.
A situação se agrava nos municípios e comunidades do interior e entre os povos indígenas, onde os serviços de saúde, educação, transporte e segurança são precários e insuficientes e onde se multiplicam as denúncias de má aplicação de recursos, enquanto cresce o abandono.
Tudo isso nos indigna e, sobretudo, nos entristece saber que reina, no meio do nosso povo, a sensação da impunidade para os crimes de violência contra o patrimônio público: desvio de recursos, grilagem de terras, desmatamentos ilegais, poluição das nossas águas.
Ainda não foram punidos os crimes eleitorais das eleições municipais de 2008 e já estão bem adiantadas as articulações para as próximas eleições gerais. Serão os mesmos denunciados de hoje a disputarem os votos da população daqui a poucos meses?
Ë nosso dever pastoral e eclesial proclamar com firmeza: “Deus não quer isso, não!”
Estamos iniciando a Semana Santa, na qual celebraremos a vitória da vida sobre a morte de Jesus que foi condenado por estar sempre ao lado dos mais pobres a serviço da justiça do Reino de Deus.
A liturgia da Semana Santa e a meditação da Campanha da Fraternidade pedem a nossa conversão:
Em primeiro lugar, precisamos mudar nosso coração: não podemos ser omissos ou coniventes com o que vem acontecendo no Amapá, em prejuízo do bem comum da população. A vida tem sempre o primeiro lugar antes de riquezas e vantagens pessoais: não podemos servir a dois senhores!
Como Diocese, devemos usar todos os espaços e ocasiões: celebrações, encontros, reuniões, estruturas e meios de comunicação, colocando-os a serviço da justiça, renovando sempre nosso compromisso de fidelidade aos mais pobres, aos excluídos e aos esquecidos. Não podemos calar em troca de benefícios e vantagens para nossas igrejas e comunidades. Não podemos ser omissos por medo de perseguição ou de retaliação.
Nossa missão de anunciar o Evangelho exige que sejamos porta-vozes da Palavra de Deus que nos convida a viver relações de amor e de fraternidade e, ao mesmo tempo, porta-vozes do clamor do povo, de seus lamentos e angústias, denunciando tudo que provoca violência e morte, sobretudo quando isso vem do poder público, obrigado a estar a serviço do bem comum.
Esta Semana Santa que iniciou com a memória do grito do povo dirigido a Jesus: “Salva-nos, Filho de Davi”, nos levará a assumir o compromisso de fazer como Ele fez: pondo-nos a serviço de todos e dando nossa vida para a vida de todos.
Que Jesus, morto e ressuscitado nos fortaleça e nos acompanhe neste compromisso de sermos suas testemunhas até os confins da terra.
(Diocese de Macapá)
domingo, 4 de abril de 2010
SEMANA SANTA
QUINTA-FEIRA
MISSA LAVA PÉS
Na quinta-feira santa, foi a missa lava pés,
onde o bispo Dom Pedro lavou os pés dos 12 apóstolos,
reperesentado por jovens da Pj, da guarda de são josé,crismandos
e Pe. Paulo Lepre representando os sacerdotes!
VIA SACRA
Os jovens se responsabilizaram pelas placas das 14º estações
A chuva foi só um complemento para a satisfação de servir o senhor, nossa luz!!
toodos na chuva, frio...
toodos na chuva, frio...
JUVENTUDE FIRME NOS PROJETOS DE DEUS!!
As flores da Igreja são josé... Marieta e Auxiliadora...
Elas são o coração da nossa igreja!
sim, silênciamos a sua morte...
e, a morte de 26 crianças que faleceram na maternidade de macapá em menos de 40 dias...
*26 crianças que faleceram na maternidade de macapá em menos de 40 dias...
*26 crianças que faleceram na maternidade de macapá em menos de 40 dias...
*26 crianças que faleceram na maternidade de macapá em menos de 40 dias...
*26 crianças faleceram na maternidade de macapá em menos de 40 dias...
*LUTO!!
...Esse sim, foi o nosso verdadeiro luto,
pois sabemos que Deus não quer isso!!
O que adianta guardarmos a sexta santa e
fecharmos os olhos para a nossa realidade humana?
Juventude é isso!!
mesmo com chuva, frio, sol, calor e tempestade...
ESTAMOS JUNTOS!!
ESTAMOS JUNTOS!!
O sorriso é o nosso rótulo onde jesus é o único alvo!!!
fomos assistir a peça teatral "uma cruz para jesus" na fortaleza de São José de Macapá
fomos assistir a peça teatral "uma cruz para jesus" na fortaleza de São José de Macapá
A FELICIDADE SE CONSISTE EM DEIXAR QUE DEUS PENETRE EM NOSSOS CORAÇÃOES...
O sorriso é o nosso rótulo onde jesus é o único alvo!!!
Olha, Jesus tambem estava lá com agente!!
ops!! falta mais... o restante vem aí!!
SÃO TAAANTOS CORAÇÕES....
PEÇA TEATRAL NA FORTALEZA DE SÃO JOSÉ
"Uma cruz para Jesus"
Virgília pascal
É Teu esse momento de adoração
Não tenho nem palavras pra me expressar
No brilho dessa luz que vem do teu olhar,
encontro meu abrigo meu lugar
E quando estamos juntos entre nós está,
passando em nosso meio a nos abençoar
E tocas com ternura com a tua mão,
a cada um que abre o coração
Minhas mãos se elevam, minha voz te louva,
o meu ser alegra
Quando estou em tua presença, Senhor
Minhas mãos se elevam,
minha voz te louva,
o meu ser alegra
Quando estou em tua presença,
Senhor
Momento de adoração
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