terça-feira, 3 de setembro de 2013

Justiça discute conflitos fundiários no Amapá



Por Mônica Costa
Fonte: Jornal do Dia Desenvolvimento agrário

Com o objetivo de levar informações sobre o setor agrário e fundiário para promotores, procuradores e juízes do estado do Amapá, o Tribunal de Justiça promoveu um curso “Discriminatórias de terras devolutas e regularização fundiária”. Com a iniciativa do desembargador do Tjap Gilberto Pinheiro, dois ministrantes estiveram no estado para colaborar com os esclarecimentos. Participaram também os servidores de instituições que trabalham com os temas e acadêmicos. Na a finalidade de contribuir para o desenvolvimento do setor agrário, nas relações entre o homem e a propriedade rural.

De acordo com o procurador Federal, Dr. Hélio Nouvoa da costa, ele ressaltou que existe todo um histórico de transformação desde a colonização, na formação territorial brasileira até os dias de hoje. Segundo ele o encontro visa contribuir na questão do conhecimento para todos os interessados na área.

“Fomos convidados pelo desembargador Gilberto Pinheiro para a missão de conversar com juízes, servidores do Incra, acadêmicos e todos que atuam no campo da questão fundiária no Brasil e com o foco específico no estado do Amapá. A palestra está consubstanciada em base de estudo aprofundado desde o inicio da colonização do território  brasileiro e até os dias de hoje, e destacar também os motivos que as questões fundiárias se encontram totalmente mal constituída.” Ressaltou Nouvoa. Dr. Hélio trabalhou durante 30 anos no Incra, e como mestre em Direito Agrícola pela USP,  é professor da Fundação Educacional Dom André Arcoverde (FAA).

De Brasília veio o Mestre em Direito Agrário, o advogado Roberto Hélio, ele certificou que “as terras amapaenses além serem disputadas entre Brasil e França, elas já passaram pela coroa portuguesa, pelo império brasileiro, estado do Pará, território e agora para o estado do Amapá, e também há terras da união. Estão num processo de transferência, e com a falta de conhecimento específico alguns juízes tem dificuldade na resolução de alguns processos judiciais, tanto no meio urbano, quanto no meio rural.” Concluiu.  O curso aconteceu na Escola Judicial do Estado do Amapá, na tarde da última sexta-feira, 30, e na manhã de sábado, 31.

Foto: Celiane Freitas- Jornal do Dia

Paróquia São José - Macapá

Paróquia São José - Macapá
Catedral São José e Igreja São José em época de festividade em honra ao padroeiro