Aquele menino
Parado na esquina
Sem ninguém, sem nada
Olhando para cima...
Um lhar curioso
Sem sorriso risonho
Sua face triste, com fome
Não sabendo o que fazer, só “pede pra viver”
Perto de um muro bem alto
Entre de duas paredes
Sentado no asfalto
Ele continua com sede
Sede...
Não apenas de água transparente
Mas de um amor paciente
Que seja capaz de fazê-lo feliz
Aquele garoto
Deitado no chão
De Cobertor na mão
Ele, precisa de pão!
Ele será o futudo do amanhã
ou o presente do hoje?
Criança, que Por culpa sua
Vive o trama, O “garoto de rua”


